Lá, lá embaixo, os brancos fundem-se com os ocres, os encarnados e os azuis. O azul vem da porta da casa de banho, mas também do céu. Cheira a alfazema, alecrim, livros antigos...

Lá, os minutos continuam a ser minutos, como cá. Mas lá, o tempo parece parar... nada foi a correr nestes 3 dias. Com ou sem relógios, telemóveis e afins... o fim-de-semana passou sim, mas passou lentamente.

Monte da Fornalha

1 comentário:

Eunícia disse...

Adoro portas e janelas e estas são como literatura.