Passam os anos e há pessoas (e coisas) que não mudam... penso que o meu pai é um desses casos (é certo que deixou de fumar, mas outro dia contou-me que dá-lhe, de vez em quando, "aquela" vontade desvairada e até sonha com isso...)

Sexta-feira ele fez 67 anos e trocamos meia-dúzia de palavras ao telefone, depois logo passou-o para as mãos da minha mãe...
Mas confessou-lhe depois, o quanto ficou contente por ter ouvido a minha voz, o bem que lhe fez a alma (apesar de ser ateu) e eu confesso agora, a mim também fez...

Visita



Não foi ontem, nem anteontem... foi um dia em que ela ficou orfã (por algumas horas) de pai e mãe. E aí a Vivi foi para casa comigo. Portou-se lindamente, não fez au, nem ui.



Semana passada estiveram cá o meus queridos amigos JB, Anne e os miúdos. Já lá vão 2 anos desde a despedida e ver a Constance e o Louis tão crescidos e cheios de vida me encheu a alma... serei eu mãe um dia? Acho que daria uma boa mãe... (será?)



Outro dia encontrei um cartão, perdido numa bolsa, por sua vez perdida no fundo do guarda-roupa: Kuti.

Kobune



"O Barquinho", cantado em japonês pela brasileira Fernanda Takai.
Onde brilhem os olhos seus









Foi daqueles Domingos com muitas paragens pelo caminho: Saudade-Gorda-Feira de Velharias-CAMB-jantar na casa da Cris e do Johnny, com direito a sessão de cine-sofa (L'Odeur de la Papaye Verte/ O Cheiro a Papaia Verde).

Saudade







Inaugurou em fins de Junho e desde então tenho estado cheia de vontade de lá ir...
Ontem finalmente foi "o dia" de visitar a Saudade da querida Saloia. E lá estava ela, bem cedinho, a receber-me com um grande abraço, daqueles bem dados, daqueles de que tanto gosto... E ficou aquela pontinha de vontade de lá regressar, mais e mais vezes.



Ando sumida, é verdade... muitas mudanças (literalmente 2 este ano), muito trabalho, muito isso, muito aquilo...

POPS